Eu sou um grande fã do Elvis Presley mas concordo que o rei morreu decadente. Entretanto, essa decadência somente havia na sua saúde e não na sua arte que, aliás, sempre se manteu no auge. É verdade que o Elvis já não era mais o The Pelvis dos anos 50. Mas, a cada ano que se passava ele se superava. A sua morte só o fez se tornar ainda maior. De acordo com a Associação Americana das Indústrias Fonográficas, Elvis é o maior recordista em vendas de discos do mundo com mais de 2 bilhões de discos vendidos sendo logo seguido pelos Beatles com mais de 1 bilhão e os Rolling Stones com 800 milhões de discos. Elvis foi eleito recentemente o maior artista de todos os tempos. É considerado o maior cantor de todos os tempos. Tem o maior número de discos de ouro e platina do mundo totalizando 200 certificados segundo a RIAA. É também o artista mais imitado do mundo e o que possui o maior número de fã-clubes do planeta. É até hoje a pessoa mais fotografada do mundo e a segunda imagem mais reproduzida do planeta, perdendo apenas para o Mickey Mouse, que não é humano. É o nome que mais aparece na Internet com mais de 3 milhões de páginas. É o nome que tem mais comunidades no Orkut. Até hoje, foram escritos mais de mil livros sobre o rei. O show Aloha From Hawaii que foi transmitido via satélite de Honolulu para 26 países e assistido por mais de 1 bilhão e meio de pessoas é ainda o recordista em audiência da TV mundial. Tudo isso e mais muitas coisas simplesmente porque ainda não nasceu um novo Elvis Presley. Afinal, ele é único. Elvis não morreu. É só olhar para os lados que você virá ou ouvirá algo sobre ele.
2 comentários:
Elvis em pleno vigor artísco e físico, em 1968.
Salvo engano, esse é considerado o primeiro show acústico da televisão.
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